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E as Visitas, vêm ou não? (Cont.)

2 Ago

Continuando a publicação anterior poderei afirmar que decididamente já estou a escrever no processador de texto, não sei se existe outro software mais adequado mas por enquanto vou usar este.

A questão da liberdade de escrita, entenda-se liberdade de escrita por o desbloqueio de que necessito para escrever no blogue e não ficar com a sensação de que me estou a despir perante as pessoas que visitam o meu blogue.

A linguagem aplicada na atualidade para a atracção de novos clientes é bastante curiosa. Inbound Marketing, quando estamos interessados em cativar e relacionarmo-nos com os nossos cliente.  Temos que avançar e acompanhar a evolução que o próprio cliente tem vindo a demonstrar.
O cliente já não é só um mero interessado num produto que depende de marcas e qualidade. O cliente passou desse interesse pois presume, numa maioria das vezes, de que qualidade é comum a um grande número de produtos, deixando os requisitos de eleição do produto para outros fatores que agora lhe são mais atuais e presentes. Um cliente escolhe em função de: Simpatia, quem lhe parece mais conhecedor do assunto. Enfim,  um conjunto de características para além das principais do próprio produto. Saliento que aquela prática de oferecer um livro em pdf começa a saturar o cliente e, muitas vezes, a distanciá-lo.

Devemos direccionar as campanhas com maior eficiência e maior atenção.

Sim, agora era o momento de apresentar um link para descarregar um livro em pdf para sugerir e ensinar 20 Formas Inéditas para Cativar Leads mas vão ter que esperar por outras ofertas. Como não estou subjugado a interesses de terceiros não necessito de criar uma ilusão num produto que não seja real.

Fiquem atentos, irei colocando algumas informações relacionadas com este assunto.

E vocês, têm algum manual ou ideia para aumentar o interesse nos nossos sites e blogues?

Não se esqueçam de comentar e propor há muitas pessoas atentas a estes assuntos.

Obrigado
Paulo Alves

E as visitas, vêm ou não?

29 Jul

A tentativa de elaborar algum entretenimento não é suficiente para me satisfazer. Entretém-me temporariamente mas logo entra em conta a individualidade e privacidade. Não consigo alcançar até que ponto vai a minha privacidade ou até que ponto o meu receio de me expor se revela. Esta dúvida é de fundamental resolução para poder pensar em que tipo de conteúdos posso eu gerar.

A criação de conteúdo revelar-se-á uma forma legítima de angariar e fidelizar possíveis visitantes dos meus blogues. Sei que existem várias formas de o conseguir para além desta que me proponho mas é nesta que estou empenhado, no momento, em desenvolver.

Abordar temas como música, barcos, trabalhos manuais, livros, viagens, e outros parece-me bastante agradável mas é necessário criar uma rotina que advém de uma forte disciplina que estou convencido que possuo.

Para começar deverei corrigir este mau hábito, se se pode assim chamar, de escrever directamente na plataforma do blogue. Creio que deveria escrever num processador de texto e posteriormente exportar os trabalhos para o blogue. Esta seria a forma de proteger e arquivar os textos.

No próximo post continuarei com este tema pois parece-me que tenho algo mais que escrever.

Se tiverem alguma questão em relação ao que escrevi estejam inteiramente à vontade de me questionar.

Hã, aproveito para vos pedir a vossa opinião quanto à privacidade e individualidade, como agiriam vocês?

Obrigado

Paulo Alves

 

 

Barcos e coisas…

17 Set

Há já algum tempo que não escrevo nada neste blogue. Não é que não tenha vontade, o que acontece é que para além de tsmpo também tenho algumas dúvidas quanto à privacidade de escrever em blogues.
…pensarei mais um pouco na forma coma quero tratar essa ideia de privacidade.

O Verão que se aproxima distanciando-se.

8 Jun

Os parec prometer uma subida da temperatura mas, na realidade, ficam frios e humidos.
Os mais conservadores dizem que é o efeito estufa, já os progressistas não vem anómalia nenhuma.
Como acreditar em alguem se todos parecem estar certos.
Para esta e outras questões, deste género, é que justificaria o estudo da filosofia. As dúvidas existencialistas, a escolha pessoal e menos influenciada.
É, esse será um dos problemas mais prementes de resolver na sociedade.
Veja-se o que disse o primeiro ministro Português ontem, temos que eaclher melhor os juízes do tribunal constitucional…isto assim, a secas até parece que os politicos perderam a vergonha e já não tem receio de serem considerados fascistaa…na realidade parece-me que eatão tão desesperados que dão “tiros nos pés”. Que triste vergonha estamos a viver.

Certente que haverá quem pense exatamente, o mesmo e esteja a ma dar vitupérios para crucificarem o primeiro ministro  e tirarem proveito desse momento deacontrolado. Sim, porque para mim ele descontrolou-se.

Que tristes são as pessoas desesperadas pelo poder.